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Aniversário do Gabriel (1 aninho)


Ultimamente, eu ando sem inspirações para fazer as postagens :/
O aniversário do Gabriel (meu filho) , foi em agosto, mas só agora lembrei (e tive tempo) de compartilhar as fotos com vocês rs. Eu já tinha feito um post , sobre isso aqui.
Não foi nenhuma daquelas festas grandiosas , que a gente vê na internet,  era uma festa intima,em casa mesmo, só para a família, foram mais ou menos uns 30 convidados ,mas eu achei que ficou bem fofinha.
O tema foi ursinhos (embora não tivessem muitos ursos na festa rs) e as cores eram: azul e marrom.
Eu fiquei planejando essa festa por meses, mas como eu trabalho e estudo eu não tinha muito tempo para ficar fazendo as coisas para a festa :/
Depois , também tivemos a mudança, que acabou atrapalhando um pouco, mas no fim, com a ajuda da minha família , deu tudo certo e a festa ficou linda (na minha "modéstia opinião)rs!
Juntei dinheiro em cofrinho, o que ajudou muito na festa , foram 2 porquinhos, onde guardei moedas por um ano, deu quase R$200,00 de moedas, fica a dica para as mamães que querem preparar a festinha dos seus filhotes. ;)

As mesas foram decoradas com tnt (branco e azul com bolinhas marrons), além do cachepô com uma bexiga nas cores do tema.

A festa foi feita no quintal de casa, haviam poucos convidados (uns 30 mais ou menos)


A mesa ficou simples: com tnt, um ursinho (que eu já tinha, desde os 15 anos rs), umas balinhas de coco (podem falar que saiu de moda, mas eu adoro e acho essencial para aniversário infantil :p) uns (poucos) brigadeiros sobre a mesa, dois baldinhos com guloseimas, os chapéis (que depois foram distribuídos) e alguns copos com as cores da temática. Ahh e o trenzinho com o nome do aniversariante.

Atrás da mesa , ficou um mural com as fotos do Gabriel, desde Recém Nascido até 1 ano de idade

Na mesa, coloquei também um baleiro , com umas "invenções" de cupcake que eu fiz. rs Só que as meninas que me ajudaram , puseram uns cupcakes que ainda não estavam decorados, mas ok. rs

Espero que tenham gostado, vou ficar devendo pra vocês as fotos das lembrancinhas (que eu esqueci de tirar no dia --'), fiz com caixinha de leite e contact (ficaram lindas! *-*).Besitos.

* Tive que apagar algumas fotos , vou ter que fazer o post 2. 

Senta que lá vem história :)


Dia chuvoso + friozinho + cabeça relax (depois de grande estresse rsrs) + texto inspirador , juntando tudo isso com um pouco de açucar, tempero, tudo que há de bom e muuita bobice , sai o post de hoje.
Esses dias eu estava meio afastada do blog, porque eu fui ter a infeliz ideia de passar os comentários do meu blog para os comentários do Google+, acontece que meu blog é personalizado (baixei pronto da net) então os comentários não eram visualizados, então me estressei e dei um tempo por aqui até resolver o 'problem'.
Mas enfim, falando do assunto do post é o seguinte: lá estava eu bisbilhotando os blogs alheios até que encontrei um super post que me chamou a atenção, o nome da postagem era: "Corpão" e a autora dele é a Bruna Vieira do blog "Depois dos quinze", acho que todas vocês amadas leitoras a conhecem.
Que a menina escreve bem é indiscutível, ela abordou um tema que tenho certeza que muitas de vocês, incluindo eu , já passaram por uma situação parecida: as críticas (destrutivas) sobre quem você é : seu corpo, cabelo, ou seja, sua aparência física.
Assim como a Bruna eu também não era uma garota popular e não é porque eu era gordinha, baixinha e piolhenta ou por ter algum problema de visão, eu era magra tipo assim : muuuuito magra, barriga chapada, dois palitos no lugar de pernas e muito alta, comparando com as meninas da minha idade na época.
Acontece que ser magra e alta em uma sociedade como a nossa não é problema é "padrão de beleza", certo? No meu caso não.
Imagine você, uma cidade com mais ou menos 4.000 habitantes. Agora imagina que nessa cidade existem famílias que são o centro das atenções, uma cidade onde o que conta é o sobrenome que você tem e não a pessoa que você é. Agora imagina também que você não nasceu nessa cidade e que caiu meio de paraquedas faltando uma semana para o seu aniversário de quatro anos.
Então, eu era meio que "forasteira" (tá forçei rs xD) nessa cidade, e além de ser muito magra e muito alta, eu era muito tímida também, isso nunca foi problema até que eu entrei na escola.
Eu não tinha muito dinheiro, então as minhas roupas não eram da moda, eu não tinha a bota rosa da Xuxa que todo mundo usava, eu usava uma botina daquelas bem simplesinhas , e na maioria das vezes, roupas de menino que eu ganhava usada dos outros.
Eu não tinha cabelo crespo na época, ele era liso e cacheado nas pontas e muito longo, tipo pra baixo da bunda, mas para evitar que eu pegasse muitos piolhos minha mãe amarrava um rabo de cavalo.
Então por causa das roupas de menino, do cabelo preso e da timidez excessiva que me impedia de me defender, me apelidaram de uma coisa bem desagradável que prefiro nem comentar o que foi.
Eu ficava muito triste e chorava muito (sempre escondida, é claro), eu não tinha amigos, sempre fui uma criança solitária , na hora do recreio eu ficava sozinha, eu até tinha algumas amigas na rua em que eu morava, mas elas estudavam a tarde e eu cedo.
Com o tempo a situação financeira foi melhorando, graças a Deus, e minha mãe já podia comprar roupas bonitas para mim e para o meu irmão.
E quando eu tinha 9 anos, conquistamos a nossa casa própria, simples, de madeira, sem forro e pequena, mas um quintal bem grande cheio de arvores de frutas : manga, acerola, goiaba e etc , com flores e uma grama verdinha, simplesmente perfeito, e foi um lugar que fez o final da minha infância e toda a minha adolescência muito feliz.
Quando eu mudei para lá fiz amizade com a Dani , que já estudava comigo desde a quarta série, mas não éramos amigas até aí. A Dani insistiu muito para ser minha amiga, pois eu não confiava muito nas pessoas, até que ela conseguiu e se tornou a minha melhor amiga (e continua sendo até hoje).
A Dani era gordinha (na verdade bem gorda) , mas o que mais me impressionou nela, foi que ela não deixava ninguém humilhar ela e dizer que ela era mais feia por ser gorda, ela se defendia. E ela me ensinou a me defender também. Aos poucos fui me tornando mais comunicativa e chegou a um ponto, que ninguém mais me destratava. Comecei a me arrumar, deixei de ser a esquisita e passei a ser a "normalzinha" da escola , nem feia, nem bonita, nem chata , nem legal.
Passei a me posicionar sobre os assuntos, dar minha opinião e discordar de muitas outras, então fiz inimizades, mas eu me sentia tão bem, tão plena que isso pouco me importava, o importante é que tinha gente que gostava de mim do jeito que eu era e isso bastava. Não deixei minha timidez de lado, mas eu já não era tão tímida.
Na escola os meninos começaram a me perceber, mas geralmente eram meninos mais velhos, os da minha sala nem me notavam. Eu tinha um corpinho bonitinho, barriga chapada, rosto bonito... e estava me arrumando mais.
Comecei a sair , e aos 13 anos de idade conheci meu marido, depois de muita enrolação com quase 14 anos aceitei o pedido dele de namoro (só pra constar: meus pais odiaram a ideia, mas acabaram permitindo). 
Ele não era o mais gato da escola e nem o mais legal (ele é muito chato --' rsrs), mas me fazia bem , então minha vida estava "feita", amigas legais, namorado legal, família legal, um cachorrinho legal, uma gatinha legal,tá parei.
Mas falando de hoje, há pouquinho mais de um ano me tornei mãe, e é muito difícil você engordar 18kg e continuar com o corpo que tinha antes. Eu emagreci, até mais do que engordei, 25 kg , mas o meu corpo já não é o que era antes. Eu passei por muitos problemas sérios, pós-gravidez, quase cheguei a ter depressão profunda, então eu não tinha pique pra praticar exercícios físicos, então vocês devem imaginar, mais ou menos, como esta o meu corpo.
Já me disseram que meu problema é fácil de resolver: acadêmia+ alimentação, mas eu não tenho tempo pra isso, pelo menos não no momento. Mas sabe,  no momento eu nem me importo tanto com isso, eu tenho um filho lindo, e apesar do corpo não ser mais o mesmo ele não esta tão ruim assim e meu marido ainda me elogia e na rua de vez enquanto eu ainda ouço uns "fiu-fius" ahahaha
Claro, que tem gente que me critica, que fala que eu ainda tenho barriguinha, que eu estou engordando de novo e blábláblá, mas sabe já liguei o "fuck you" e pra infelicidade de muitos: estou muuuito feliz . ;)
Mas,fica um conselho que eu estou seguindo agora: não importa o quanto você se esforce você NUNCA irá agradar todo mundo ,então ignore críticas destrutivas, aprenda com as construtivas e seja feliz da forma como você é.
Bom gente, como diz uma professora minha , só pra variar eu acabei "borboleteando" muito e saí muito do assunto principal para contar a minha história , então farei um segunda postagem para continuar :)
Besitos, aguardem ;*

A maternidade e eu , PARTE IV

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No post anterior , eu estava contando sobre o dia em que o Gabriel nasceu, parei na parte em que o médico havia me examinado, lembram?
Uns minutinhos depois , chegou a enfermeira e começou a me fazer umas perguntas, e disse para que eu escolhesse uma roupinha para o bebê usar quando nascesse. Depois chegou uma outra enfermeira e trouxe touca, meias ... Perguntei se eu já ia ganhar o nenê, ela disse que sim , eu estranhei, pois eu não sentia nada e jurava que iria ganhar parto normal, não achei que fosse tão rápido, ela me disse que eu faria uma cesariana porque meu bebê não estava descendo e como já fazia algum tempo que minha bolsa havia rompido, era perigoso.
Então, me arrumaram para ir a sala de parto, meu marido não pode ir :/ 
Só para variar, outro me passaram para outro médico: Doutor Pedro (não achei ruim não, ele era ótimo.
Fui para a sala de parto , eu estava muito tensa, começou a me dar medo, a equipe médica foi um amor, o anestesista veio e me explicou como seria o procedimento, e como eu deveria agir caso sentisse algo errado.
Aplicaram a anestesia, eu não senti perna formigando,nem nada disso, a única coisa que senti foi o nariz trancando e muito sono.
O parto foi muito rápido, é difícil acreditar que sete camadas de pele sejam cortadas tão rapidamente.
O assistente do anestesista ficou conversando comigo o tempo todo, me perguntou o nome  do nenê , quando eu disse que era Gabriel ele falou: Vish, se for que nem o meu sobrinho você esta ferrada! rsrsrs eu disse pra ele que já tinham me falado isso sobre os Gabrieis , mas que o meu se Deus quisesse iria ser diferente rsrsrs
Mas enfim, o assistente virou e falou: "Parabéns mãe , seu bebê tá nascendo.
Eu não sabia como reagir, ele disse que eu poderia virar levemente a cabeça de lado para vê-lo. Então eu o vi , escurinho, boca grande, ele não chorou, fiquei preocupada, mas depois que começaram a sugar as sujeirinhas do parto ele abriu um bocão , deu até medo rsrs
A emoção até aí já tinha sido grande, depois disso, trouxeram ele perto de mim e encostaram aquele rostinho macio, que parecia veludo, no meu ele parou de chorar e quem quase chorou fui eu.
Daí o levaram , e o médico terminou o procedimento da cesariana,confesso que essa foi a primeira parte , e eu estava agoniada querendo ficar junto do meu bebê.
Depois de sair da sala de parto , me deixaram na sala de pós-operatório, foi engraçado porque eu estava tão dopada que a enfermeira me perguntava: "Tá com frio fia?" e eu rindo pra caramba (kkkk) respondia: Não , só soooonoooo.... Ela me disse : então aproveite e durma agora , porque depois você não vai conseguir mais.
Finalmente me mandaram para o quarto da maternidade, meu marido estava lá me esperando com cara de bobão ahahah
O nenê estava quase engolindo a mão de tanta fome tadinho, então colocaram ele no meu seio e ele começou a sugar.
Foi aí que começou a minha experiência nesse mundo fantástico que é a maternidade.
Sei que ainda tenho muito que aprender, mas adoro esse novo ofício , cuidar do meu filho é a coisa que mais gosto de fazer no momento, cada dia uma nova descoberta. Eu sou daqueles tipos de mãe que abandona casa, louça, visita (seja o que for) para ficar com meu filho, porque eu sei que a coisa mais valiosa que posso oferecer a ele é o meu tempo.
Se eu gosto de ser mãe? Eu AMO!
Besitos ;**
Sorry, pelo post enooorme, eu não me controlo. rsrsrsrs

A maternidade e eu, PARTE III

Gente, desculpem pela demora para postar, é que esses dias estava meio enrolada. Mas aí vai a continuação dos posts anteriores:

We♥it

                                            O Pré-Parto

No post anterior , eu tinha contado para vocês, a descoberta do sexo do bebê a escolha do nome e o momento crucial: o momento em que rompeu a bolsa.
Bom, o a Gabriel nasceu no dia 15/08/12, aquele dia o tempo não estava como estava no dia 15 deste ano, não era esse friozão todo, cedo foi um tempo agradável , nem frio nem quente, e a tarde fez um calorão.
Como eu contei no post anterior, minha bolsa rompeu, mais ou menos, umas 04:20 da manhã, o Marcio ligou para a minha mãe e para a mãe dele, nós não tínhamos carro então eles foram me buscar em casa. Minha mãe já tinha ligado para o hospital avisando que eu iria para lá, porque eu iria ganhar em uma outra cidade e precisavam ver se haviam vagas (ganhei pelo SUS).
Chegamos ao hospital , o médico (que não era o que fez pré-natal em mim :@) me examinou, eu tinha dilatado 2 dedos, a única coisa que eu sentia era um incomodo nas costas mais nada.
A minha pressão estava muito alta (estranho, porque geralmente ela é bem baixa), então tive que esperar que ela abaixasse para poder ir para a cidade vizinha, onde eu ganharia o Gabriel.
Depois da pressão normalizar , comecei a me arrumar para ir, o motorista da âmbulancia, com pena de mim, pediu se eu aguentaria ir sentada na frente, porque lá atrás iria bater muito , já que a estrada estava/esta muito esburacada (uma vergonha!). Eu topei na hora , estava cansada de ficar deitada, e sabia que assim que eu chegasse ao hospital , teria que ficar mais tempo ainda deitada.
Foi então que aconteceu o momento mais lindo da minha vida: Enquanto estavamos na estrada vi pela primeira vez o sol nascer, foi lindo, a emoção era tão grande que eu sentia uma vontade imensa de chorar, mas um choro de felicidade, de emoção, antes eu não acreditava muito nessa história de 'chorar de felicidade' , mas nesse dia descobri que é real.
A gravidez inteira eu tive medo do parto, mas no dia "D" , fiquei tão tranquila, que todos se surpreenderam com a minha tranquilidade, inclusive eu.
Chegamos à Santa Casa às 7:00 mais ou menos, tive que ficar na recepção dando meus dados para a mulher. Fiquei muito envergonhada, porque haviam muitas pessoas na recepção esperando atendimento, e como minha bolsa havia rompido, e mesmo com fraldão o liquído da bolsa escorria pelas minhas pernas , por sorte eu estava com um vestido longo, então não dava para perceber muito, mas mesmo assim fiquei bem envergonhada.
Fomos o Marcio e eu para a sala de pré-parto , as enfermeiras eram muito simpáticas e o atendimento foi ótimo!
O médico (que mais uma vez não era o mesmo que fez o pré-natal) me examinou , gente vocês gravidas , ou que já são mamães, sabem como é chato o toque, mas vocês acreditam que eu não senti nada? Não sei se foi a prática do médico ou a minha tranquilidade.
Lembram que eu falei da dor nas costas? Então agora eu tinha começado a sentir uma leve cólica. Do meu lado tinham mais duas mulheres , uma chorando outra gemendo, isso não foi muito animador rs.

Gente para esse post não ficar maior do que já esta, contarei o resto da história do próximo post, que farei ainda hoje.

Besitos, até daqui a pouco ;*

Decida-se!



We ♡it
Vou começar --- muito bem --- o post  com Cora Coralina, que me inspirou a fazer esse post  :
"Procuro semear otimismo
e plantar sementes de paz e justiça.
Digo o que penso, com esperança.
Penso no que faço, com fé.
Faço o que devo fazer, com amor.
Eu me esforço para ser cada dia melhor,
pois bondade também se aprende.
Mesmo quando tudo parece desabar,
cabe a mim decidir entre rir ou chorar,
ir ou ficar, desistir ou lutar;
porque descobri,
no caminho incerto da vida,
que o mais importante é o decidir."
 
 Decisões , muitas vezes, são complicadas, porque uma decisão pode mudar todo o rumo de uma situação pela qual estamos vivendo.  
Eu, por vezes, reclamei do tal "livre arbítrio" , porque eu sempre tive dificuldades em decidir as coisas, desde um par de sapatos, até coisas importantes sobre a minha vida, minha mãe sempre me dizia que eu tinha que parar de ser tão indecisa. E nos últimos meses, tive que decidir sobre muitas coisas (chatas). E mas uma vez minha sábia mamãe me disse : que algumas coisas na vida só a gente podia passar, e que tinha que decidir sozinha. E assim foi, a decisão foi dificílima, mas teve que ser feita, e me sinto muito feliz (e orgulhosa) de ter conseguido fazer isso sozinha. 
Tanto na escolha de um par de sapatos, quanto nas decisões mais difíceis da vida você pode até ter alguma pessoa que te ajude a decidir a escolher qual o melhor , mas no final das contas é a gente que tem que escolher o melhor, afinal as consequências da decisão serão SÓ suas .
Daí você me pergunta: " mas e os conselhos, não podem ajudar?" Sim, os conselhos até podem ajudar , mas pensa comigo: o que é certo para uma pessoa , pode não ser para a outra, às vezes uma pessoa te aconselha sobre algo, que seria bom pra ela, mas que talvez não seja bom pra você, claro que conselhos ajudam (e muito), mas depois de ouvir o conselho você deve refletir sozinha(o), sobre o que decidir.
Mas e se eu quebrar a cara? E se eu me arrepender da decisão? Primeiro, que não temos uma bola de cristal para adivinhar o futuro e já ouviu falar que errar é humano? Então, ninguém é, cometer erros, escolher errado, faz parte da (im)perfeição humana. 
O fato é que em certos momentos da vida, não tem jeito, você tem que decidir, seja em coisas simples (como a escolha dos sapatos), ou coisas mais complexas que podem mudar (ou não) a sua vida. 
As vezes as decisões, ou escolhas não te agradaram no futuro, mas a vida é assim, nem sempre é como esperamos (sem pessimismo, mas na maioria das vezes não é), mas sempre há novas decisões que podem mudar uma decisão ruim, então não tenha medo, decida-se, arrisque, em um jogo é sempre assim ganhar ou perder , e vai que em uma das tentativas você ganha? TENTE ! como disse a Cora Coralina : "o IMPORTANTE é o decidir".  

 
                                                                                         Jóice D'Aviz
 
 






                 "Antes os fones nos ouvidos que os gritos da vizinhança."
                                                                                            Caio Fernando Abreu                                     

Mais uma volta no calendário (♫) ...


Hoje , agradeço a Deus por mais um ano de vida!
Agradeço por saber que ele me proporcionou dias maravilhosos, agradeço pela sensibilidade que ele deu aos meus olhos , para que as coisas pequeninas não me passassem invisivelmente.
Agradeço por me dar força em todas as adversidades ,
por me consolar, por sempre ouvir minhas súplicas...
Obrigada meu Deus, por cada dia, cada hora, cada segundo de vida, obrigada por cada choro, cada riso... Obrigada pela família maravilhosa que eu tenho.  Obrigada por tudo!
Agradeço também aos meus pais, os responsáveis pela pessoa que eu sou !
Obrigada meus queridos, por me ensinarem o valor das coisas e não o seu preço, vocês me educaram tão bem, que agora confiei a vocês a tarefa que educar o meu filho, enquanto eu não estiver presente, tenho certeza de que vocês cumprirão com excelência essa tarefa. 
Esse ano , até agora, esta sendo maravilhoso! Espero que assim seja até o meu próximo aniversário!
O maior presente que eu posso ter é  presença das pessoas que gostam de mim, principalmente minha família.
O sorriso do meu filho, vale mais do que qualquer peça preciosa por aí, o sorriso dele deixa os meus olhos brilhantes e o sorriso gigante.
FELICIDADE não tem preço!  E graças a Deus (não canso de agradece-lo) , estou verdadeiramente muito feliz! (acredite quem quiser ú.ú).

Essa música da Vanessa da Mata  diz tudo:


Hoje é meu aniversário (...)

Eu quero uma Vó !

Imagem retirada do Google Imagens
Tenho um filho de oito meses, e ao observar o relacionamento dele com as avós , fiquei pensando : "que coisa mais boa ter vó".
Quando eu era criança , sempre ouvia os meus coleguinhas de sala dizendo que iriam almoçar na casa da avó, que iriam passar a tarde na casa dela; contavam as histórias (causos) que a avó lhes contava, e quando a professora passava algum trabalho ---  por exemplo, pegar folhas de árvores, livros antigos, etc  ---  eles diziam : na minha vó deve ter.
E eu ficava sempre de lado, observando, ficava muito triste, porque eu não
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